Com fronteira fechada, venezuelanos usam rotas clandestinas para comprar mantimentos no Brasil

Carlo Quintano, 50, cruzou a pé a fronteira entre os dois países: 'Temos que recorrer ao Brasil para não morrer de fome' (Foto: Emily Costa/G1 RR) Carlo Quintano, 50, cruzou a pé a fronteira entre os dois países: 'Temos que recorrer ao Brasil para não morrer de fome' (Foto: Emily Costa/G1 RR)

Carlo Quintano, 50, cruzou a pé a fronteira entre os dois países: ‘Temos que recorrer ao Brasil para não morrer de fome’ (Foto: Emily Costa/G1 RR)

Um venezuelano de 23 anos que mora em Pacaraima disse que as rotas clandestinas em meio à mata costumam ser usadas sempre que a fronteira é fechada. O percurso a pé leva em média 30 minutos, não tem postos de fiscalização e fica dentro do território venezuelano.

“A maioria das pessoas sempre vai pela rodovia, mas quando a fronteira fecha muito gente passa por aqui para entrar ou sair da Venezuela”, explicou.

Em dezembro de 2016, última vez em que a fronteira tinha sido fechada por ordem de Maduro, muitos venezuelanos e até brasileiros fizeram o mesmo percurso.

“Eu moro em Boa Vista e em Santa Elena de Uairén, e quando soube que a fronteira tinha sido fechada vim por aqui e irei ficar no Brasil até segunda”, disse um brasileiro de 60 anos que também o fez o percurso para deixar a Venezuela.

Segundo o cônsul-adjunto da Venezuela em Roraima, José Martí Uriana, a medida de fechar a fronteira é adotada sempre que ocorrem eleições no país como forma de segurança durante o pleito.

“A República Bolivariana da Venezuela, cada vez que tem um processo eleitoral, fecha a fronteira para resguardar a soberania territorial e também para que as Forças Armadas controlem todo território nacional, e isso inclui a fronteira”, explicou.

Eleições na Venezuela

No domingo, os eleitores venezuelanos vão às urnas para eleger o presidente que vai governar o país nos próximos seis anos.

FONTE: GLOBO.COM

G1

miguelzinhodebras

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Casamento real: por que Meghan Markle não será chamada de princesa após casamento com Harry

Príncipe Harry e Meghan Markle se beijam nas escadarias da Capela de São Jorge, em Windsor - 19/05/2018

Após se casar com o príncipe Harry, no próximo final de semana, a atriz americana Meghan Markle provavelmente não será conhecida como princesa Meghan.

O motivo? Os protocolos da monarquia britânica são claros: ela não tem sangue real. Por isso, deverá seguir o exemplo de sua futura cunhada, Kate Middleton.

Quando Kate e o príncipe William foram declarados marido e mulher, em 2011, ela passou automaticamente a ser chamada de sua alteza real princesa William de Gales. Ou seja, ganhou uma espécie de versão feminina do título oficial do marido. Então, a probabilidade é grande de Meghan se tornar sua alteza real princesa Harry de Gales – e não princesa Meg, assim como não existe princesa Kate.

É comum na monarquia britânica que o soberano conceda títulos de nobreza aos membros da família real quando eles se casam.

Nesse sentido, segundo Nicholas Witchell, correspondente de assuntos da realeza britânica para a BBC, o novo membro da família ganha um status importante sem que a rainha o torne príncipe ou princesa por “seu direito”.

Como William foi agraciado pela rainha Elizabeth 2ª com o título de duque de Cambridge, Kate virou automaticamente duquesa de Cambridge. A imprensa britânica aposta que a rainha dará a Harry o título de duque de Sussex, então, Meghan poderá ser a duquesa de Sussex.

FONTE: BBC BRASIL

miguelzinhodebras

Novo prazo da Justiça Federal dá 45 dias para saída de posseiros da TI Pankararu

Na sentença, o juiz Felipe Mota Pimentel de Oliveira afirma que “a questão se arrasta por décadas, sem que haja a efetiva desocupação”. Portanto, “a desintrusão das terras pelos não índios é medida que se impõe, sem mais delongas”.

Por Renato Santana, Ascom/Cimi

A 38ª Vara da Justiça Federal de Serra Talhada determinou um prazo de 45 dias para a saída definitiva de ocupantes não indígenas da Terra Indígena Pankararu, localizada entre os municípios de Petrolândia, Tacaratu e Jatobá, no sertão de Pernambuco. A decisão é do último dia 8 de março. A Polícia Federal esteve nas localidades, durante a semana passada.

Na sentença, o juiz Felipe Mota Pimentel de Oliveira afirma que “a questão se arrasta por décadas, sem que haja a efetiva desocupação”. Portanto, “a desintrusão das terras pelos não índios é medida que se impõe, sem mais delongas”. O juiz suspendeu audiências que visavam protelar a presente decisão.

A TI Pankararu foi homologada em 14 de julho de 1987, com a ação judicial para a retirada dos ocupantes não indígenas ajuizada em 1993, cuja sentença favorável aos Pankararu está perto de completar 15 anos. No acumulado, são 31 anos de espera para o usufruto exclusivo da terra pelo povo.

Quando se trata de despejos contra as populações indígenas, rapidamente a Polícia Federal se organiza e é comum a participação da Polícia Militar – caso recente dos Anacé, ocorrido em janeiro, em Caucaia (CE). Na sentença, o juiz salienta que tal eficiência não é vista a favor dos Pankararu.

“Por diversas vezes foram instados a subsidiar este Juízo quanto ao planejamento e execução das medidas de desocupação (mais especificamente no que tange a prazos e formas), mas NÃO o fizeram. As poucas informações prestadas são sempre evasivas, ou seja, não trazem um plano concreto para a efetivação da medida (SIC)”.

Nos meses de fevereiro e setembro de 2017, os Pankararu estiveram em audiências – na 38ª Vara – com os ocupantes não indígenas para estabelecer os termos da saída da terra homologada. Dois prazos definidos e não executados. “Desde então, o que se tem é o descumprimento reiterado das medidas ali especificadas”, recorda o juiz, a começar pela decisão de 2003.

Os Pankararu vêm sendo atacados de diversas formas, desde então, nos municípios do entorno da Terra Indígena; ameaças, tiros de arma de fogo direcionados às casas de lideranças e xingamentos. No início de setembro do ano passado, três vereadores Pankararu foram hostilizados durante sessão da Câmara de Jatobá.

“Pedimos encarecidamente que parem de nos atacar, ofender, xingar, ameaçar, difamar, agredir verbal e fisicamente. Somos todos humanos sim, com origem culturais diferentes, nem melhores e nem piores. Não somos vagabundos, desocupados e nem ladrões como muitos tentam nos acusar, manipulando a opinião pública”, conforme trecho de nota divulgada pelos Pankararu.

Um retrato do clima de tensão foi a ordem do juiz para que os Pankararu voltassem escoltados da Audiência Conciliatória de setembro. Ainda assim, na aldeia Bem Querer de Baixo, um dos locais com mais concentração de posseiros, quatro homens sobre duas motos efetuaram disparos contra a casa de uma liderança.

Dias antes, homens não identificados destruíram os canos da adutora que leva água para as aldeias. No mesmo mês de setembro, uma liderança da aldeia Saco dos Barros foi ameaçada publicamente. Todos os casos foram devidamente registrados em boletins de ocorrência; porém, seguem impunes.

Destino das famílias não indígenas

O Incra reservou 93 lotes para o Reassentamento Abreu e Lima, destinado a estas famílias. Conforme o órgão federal, os posseiros negaram em se transferir para o local, inclusive atrasando o cadastro das famílias que só ocorreu por determinação judicial. No total, a área possui 18.500 hectares – a TI Pankararu possui 8.100 – e fica no município de Tacaratu.

A Funai, por sua vez, contabiliza em dados atualizados que está depositado em juízo, a título de indenização, R$ 6 milhões – mesmo nesta modalidade, o montante é beneficiado por juros. Tais garantias são frutos de um processo que corre desde 1993, tendo as avaliações de valores atualizadas, conforme a Funai, em 2013.

Na sessão da Câmara dos Vereadores de Jatobá do dia 4 de outubro de 2017, o presidente do Sindicato Rural, Eraldo de Souza, declarou que eles não saem da terra e que se a Polícia Federal retirar em um dia, os posseiros voltam no outro. Souza fez tal afirmação baseando-se no recurso impetrado contra a decisão da 38ª Vara Justiça Federal de Serra Talhada pela transferência dos posseiros para o reassentamento, em trâmite.

Cerca de 190 famílias não indígenas já residem fora do território tradicional, mas mantêm propriedades nos 20% de área Pankararu. Conforme as lideranças Pankararu, é exatamente esta área da Terra Indígena com terras das mais produtivas, mas que vem sendo usada como sítio ou casa de campo para seus “proprietários”.

O procurador da Advocacia-Geral da União (AGU) Ricardo Ramos pondera que a tramitação do processo levou ao menos 24 anos. “Houve tempo hábil, os Pankararu nunca os expulsaram, a indenização atualizada está depositada e beneficiada por juros, o reassentamento é até maior que a área atual. É preciso observar que os direitos dos posseiros foram garantidos, chegou a vez dos indígenas terem os seus direitos preservados”.

G1

CÓPIA

 

FAMILIA ARAUJO (BRÁS). RECORDAÇÕES!

OLHA galera !Os que estão em Pé da esquerda pra Direita Floriano Araujo (pai),Tio Chiquinho.Tia Dezinha ,Tia Betinha,Tio Florisvaldo Manoel,Meu Vôvô Braz Os que estão sentados ,irmã de minha vó,Minha vovósinha Maria de Braz ,Tio Ananias , tio Irene Miguel Araújo,e lá Atrás Deitado tio João Manoel(in memoria)e Meu Querido Tio Conrado que infelizmente nós deixou Precocimente .AINDA FALTA tIa Maria José(in Memoria) e Tio Edivaldo.UFA!!!!!

A imagem pode conter: 12 pessoas, pessoas sorrindo, pessoas sentadas e criança

ACERVO FOTO DECADA DE 1980

FACEBOOK Neide Araujo

POR: miguelzinhodebras

 

MST ocupa áreas improdutivas em Serra Talhada e mais dez cidades de Pernambuco

Onze áreas improdutivas foram ocupadas do litoral ao Sertão - Créditos: Comunicação/MST

Nesse fim de semana, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) ocupou 11 áreas improdutivas nos municípios de Goiana, Glória do Goitá, Petrolândia, Serra Talhada, Floresta, Vitória de Santo Antão, Lajedo, Condado, Timbaúba, Paudalho e Ibimirim, em Pernambuco. Cerca de 1.500 famílias ocuparam as terras, batizando os acampamentos com a palavra de ordem “Lula Livre”.

A maior ocupação do estado fica na Estação de Bombeamento-2 (EB-2), área de transposição do rio São Francisco, localizada no eixo leste do Açude de Areias, entre os municípios de Floresta e Petrolândia. Lá, 300 famílias estão acampadas desde o sábado (14). Para o movimento a região estratégica, já que fica em áreas relacionadas ao projeto de privatização da Chesf e é uma forma de denunciar como o governo Temer vem tratando os recursos naturais.

As ocupações fazem parte da Jornada de Lutas do Abril Vermelho, que acontece anualmente no mês de abril, já que o dia 17 é o Dia Nacional de  Luta Pela Reforma Agrária. “Fizemos ocupações na Zona da Mata, Região Metropolitana, Agreste e Sertão. Este ano completa-se 22 anos do Massacre de Eldorado dos Carajás, dois anos do golpe de 2016 e ainda tem esse elemento mais atual que é a prisão do presidente Lula. Nós do MST estamos nos somando a todas essas mobilizações”, afirma Francisco Terto, militante do MST.

JORNAL DESAFIO

Fontes e fatos: Brasil de Fato

 

Chuva abre cratera na PE-418 em Serra Talhada, confira o vídeo

Um buraco se abriu no KM-10 da PE-418, que liga Serra Talhada ao distrito de Santa Rita, bloqueando o tráfego na rodovia, na manhã desta segunda-feira (09).

As fortes chuvas que caíram na região e o rompimento do Açude da Batalha, causaram o desmoronamento da camada asfáltica da via. A PE-418 foi inaugurada há poucos meses no trecho que faz a ligação da comunidade ao estado da Paraíba.

JORNAL DESAFIO

Miguelzinhodebras

Paulo Afonso:Mais de 400 toneladas de baronesas são retiradas de prainhas e deixam alerta sobre poluição do Rio São Francisco

Situação ocorre no município de Paulo Afonso, no norte do estado. Plantas aquáticas se alimentam de matéria orgânica dos esgotos.

Mais de 400 toneladas de baronesas foram retiradas de três prainhas do município de Paulo Afonso, no norte do estado. Segundo especialistas, as plantas aquáticas se alimentam de matéria orgânica dos esgotos, deixando um alerta sobre a poluição do Rio São Francisco.

As baronesas começaram a se espalhar pelas prainhas de Ayrton Sena, Candeeiro e do Balneário, na quarta-feira (14). A Secretaria Municipal de Meio Ambiente disse que as plantas foram arrastadas para as margens de cidades ribeirinhas, por causa do aumento no volume de chuvas nas cabeceiras e afluentes do Rio São Francisco.

A Secretaria diz que a situação é inédita. Segundo a prefeitura, pelo menos 100 pessoas continuam trabalhando na limpeza com ajuda de retroescavadeiras e caçambas.

As mais de 400 toneladas de baronesas já retiradas das prainhas foram levadas para o estacionamento do Parque de Exposição e, em seguida, encaminhadas para o aterro sanitário da cidade.

A Secretaria Municipal de Turismo disse que, apenas no Balneário, pelo menos três mil pessoas passam aos fins de semana. O órgão ainda não tem dados sobre o prejuízo que a situação traz aos oito bares e restaurantes no local.

(Foto: TV São Francisco)

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Por: chico Sabe Tudo – Paulo Afonso

CÓPIA: Miguelzinhodebras